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✨ Na palma da mão

Há dias em que a presença de Deus é percebida como uma mão aberta: firme o suficiente para amparar, delicada o bastante para lembrar que ninguém caminha sozinho.


Em outros, essa mesma mão parece se fechar.

E o que, por um instante, pode ser confundido com prisão ou sufocamento, revela-se, mais tarde, proteção.

Nem todo limite é castigo.

Às vezes, é cuidado.

Nem toda espera é abandono.

Às vezes, é preparação.


Talvez a fé seja exatamente isso: aprender a confiar mesmo quando não se compreende o movimento das mãos que sustentam a vida.


E quando o coração escolhe enxergar pela lente da gratidão, percebe que sempre houve um olhar atento conduzindo cada passo, mesmo nos caminhos mais difíceis.


Porque quem descansa nas mãos de Deus pode até enfrentar tempestades, mas jamais enfrenta a vida sozinho.


Sigo acreditando no que meus olhos não veem, mas meu coração sente ♥️


Crônica do cotidiano

Por Sheila Guedes


 
 
 

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